Me olhou e atravessou a rua.
Oi meu amor! -E sorriu, encostou a mão no meu pescoço e me beijou.
Sua mão cheirava a perfume de feira...
''Seu amor? Desde quando te dei esse tipo de intimidade?'' pensei, antes de responder sim.
Tudo bem? -Perguntou ainda sorrindo como uma doida.
Sim...
Como esta a ... ?
Não sei... - E soltei um sorriso no canto da boca só pra perceber a reação.
Hum... Bom saber... -Respondeu e depois levantou uma sobrancelha e mordeu os labios.
Você fica tão bonito de social e cabelo cortado... -Ainda sorrindo, mas com uma cara de desejo.
''Pena que você nunca vai me ter, odeio vagabundas'' pensei antes de responder obrigado.
Tenho que ir pra casa, estou com fome. -E levantei a sacola do mercado cheia de batatas.
Hum, batata?
''Não, não, melancia'' pensei e respondi com um sorriso.
Tudo bem, depois quero falar com você... me passa seu telefone? -Ainda sorrindo, agora como uma vadia.
Claro, 6787 - ....
Mais tarde te ligo pra conversarmos...
Tudo bem, vou esperar.
Tchau, encostou a mao no meu pescoço novamente e seguiu o caminho.
Fiquei com o cheiro dessa vagabunda o resto do dia, tomei banho mas o cheiro continuou, e passei o número do meu telefone errado, tenho mais o que fazer do que ficar dando ouvidos pra mulher oferecida...
“Ele disse que era mais fácil trepar com uma boneca e se atirar de uma ponte do que achar alguém que não fosse maluca.”
Cômico (:
ResponderExcluirSempre cômico, só de lembrar dou risada...
ResponderExcluirTem acontecido cada coisa comigo rs...
Valeu pelo comentario :D