quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Passou a mão no meu cabelo.
Disse que já esta na hora de cortar.
Deslizou a mão até meu queixo e disse que já tinha passado da hora de cortar a barba.
Resmungou algo sobre ''seu celular não parou de tocar desde as 8 am.''
Falou algo sobre ter carne no feijão.
Ou de não ter carne no feijão.
Sorriu.
Me beijou.
(...)
Não sei se eu estava quase dormindo, ou, quase acordado.

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