Era estranho, mais do que o normal.
Não sonhava a mais de dois meses.
Você parada, em um tipo de cerca.
Sorria pra mim.
Como sempre sorriu.
Cheia de vida, me olhava com esperança.
- Te amo, você sabe disso.
- ...
- Não vai responder?
- Você é a mulher da minha vida...
Uma lagrima escorreu.
De cada olhar.
- Eu nunca te vi chorando.
- Eu sei, não se acostuma, isso é só um sonho.
Teu sorriso...
- Não me larga?
- Vou tentar... Não gosto de promessas.
(...)
Não foi uma lembrança.
E talvez, nem seja um desejo de futuro.
Jullian, no horizonte acenava pra mim, um adeus, levando a garrafa de felicidade.
E gritava: ''Você não precisa mais disso...''
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